 |
 |  |  |  | | |
Proposta de PLRE da Suzano, unidade Mucurí (BA) traz descontentamento entre os trabalhadores 03/10/2008 - O SINDICELPA retomou a questão da PLRE como prioridade de ação. Há uma grande expectativa, por parte dos trabalhadores em realção à questão. Não aceitamos que uma empresa como a Suzano papel e Celulose traga propostas que não chegam nem aos pés de uma solução digna. Sabemos da situação econômica mundial. Leia trecho de matéria abaixo onde esclarecemos o que está acontecende verdadeiramento com o setor de Papel e a Suzano:
Nos últimos dias a economia internacional vive períodos de turbulência, principalmente por conta da grave crise que afeta os Estados Unidos, o que levou ao colapso várias instituições financeiras e começa a afetar a produção industrial e o nível de emprego no país. Num mundo de economia globalizada, isso terá inevitavelmente repercussão em outros países, até no Brasil. Entretanto, graças à mudança nos fundamentos da economia brasileira, o país hoje está mais fortalecido para enfrentar crises internacionais. O governo, de qualquer forma, já estuda medidas para continuar a ação que garanta o crescimento do mercado interno, para enfrentar as possíveis retrações externas.
O Setor de Papel e Celulose, por exemplo, está preparado para esses problemas. Aliás, a Suzano Papel e Celulose foi às páginas dos jornais, mostrar que os empréstimos que fez em dólar são, a ampla maioria, a longo prazo, portanto, não deverá sofrer seqüelas imediatas da crise.
O presidente do conselho de administração da empresa, David Feffer, mostrou-se otimista e declarou que a crise internacional pode ser uma “oportunidade”. De acordo com o executivo, os problemas de restrição de crédito no mercado internacional não afetam as decisões de investimento atuais da companhia, que já estão dadas. Segundo ele, o plano de expansão da empresa, definido entre junho e julho deste ano, prevê o aumento de produção dos atuais 3 milhões de toneladas por ano de celulose para 7,2 milhões de toneladas por ano até 2015.
Segundo Feffer, os recursos para essa expansão já foram captados nos últimos dois anos, portanto, a empresa não terá de enfrentar, agora, os problemas de financiamento no mercado internacional. Ainda assim, o empresário disse que se tivesse que tomar a decisão de iniciar um plantio de celulose nesse momento, ele o faria.
Aliás, a revista Época Negócios revelava que Antonio Maciel Neto, presidente da Suzano Papel e Celulose, em pouco mais de dois anos à frente da Suzano, uma das dez maiores produtoras de celulose no mundo, viu o valor de mercado da companhia pular para R$ 5,1 bilhões – praticamente um bilhão a mais por ano.
Portanto, chega de armação da Suzano Papel e Celulose.
Queremos a divisão dos lucros, metas atingíveis de maneira onde possa verdadeiramente premiar o trabalhador(a), que tanto trabalha para o crescimento da empresa. Chega de armação!
Nao existe explicação para esse absurdo, estão enfiando a mão no bolso do trabalhador e a empresa ainda posa de boazinha. Precisamos mudar essa situação vexatória, para isso o trabalhador precisará em breve se posicionar e acabar de vez com essa história de comissão imposta pela Suzano. Queremos uma posição mais efetiva da Comissão de PLR, pois a mesma está sendo, ao nosso ver, conivente com a direção da empresa. Pessoas se intitulam representantes dos interesses da categoria não podem se acovardar no momento em que eles tem que se posicionar, prejudicando o coletivo.
Desrespeito da Suzano com os trabalhadores é inaceitável
Na segunda reunião realizada com a empresa o sindicato detalhou os percentuais do adicional fixo reivindicado, (38,5%). Cobrou também uma posição clara sobre os demais itens da pauta encaminhada e obtivemos como resposta várias promessas vagas e nada de concreto por parte da empresa. Vejamos a resposta deles;
Analisar a possibilidade do desjejum; Analisar a melhoria do lanche e das refeições;
Analisar a cláusula sobre ampliação de férias para brigadistas.
Com isso, fica evidente que a Suzano não leva a sério seus trabalhadores(as). No total desrespeito aos seus funcionários(as) a empresa apresentou uma cláusula para ser apreciada pelos trabalhadores, cláusula de remonte, onde a período que antecede o horário de entrada 20 minutos e também os 20 minutos da saída seriam desconsiderados. O absurdo é que essa cláusula tem um único objetivo, desqualificar o processo que o sindicato moveu na justiça em favor da categoria.
A empresa precisa assumir as suas responsabilidades e pagar os inúmeros direitos devidos aos trabalhadores.
Os desrespeitos continuam; na reunião da negociação do turno de revezamento o sindicato apresentou outras questões que estão afetando as trabalhadores (as); uma delas é a proibição da troca de horário que está sendo imposto para supervisores de diversas áreas, ex: na MC-1 e MC-2 (Máquina de celulose). O gerente de RH afirmou que não existe proibição em nenhuma área. Quem será que está mentindo?
Numa postura clara de desrespeito aos trabalhadores(as) a SUZANO até o momento não deu nenhuma satisfação sobre as melhorias no plano odontológico. Em junho o sindicato informou através de boletim, que está cobrando da empresa uma posição sabre a evolução que os trabalhadores(as) reinvidicaram através da pesquisa para o plano odontológico e até agora nada. Os trabalhadores(as) e seus dependentes estão cobrando dos sindicatos tanto da área industrial e florestal a definição desse benefício, pois vários usuários estão com necessidade de continuidade e novos tratamentos odontológicos por indefinição da SUZANO, estão impossibilitados de usarem o benefício. A pergunta que fica é: ONDE ESTÁ A RESPONSABILIDADE SOCIAL DA EMPRESA?
Sindicato Local | |  |  |  |  |
|

|
 | Colunas |
|
 | | Previsão
Brasil | | | Previsão
exterior | |  |
 | Indicadores |
| Dólar comercial |
| C: l
R$ 1,7 |
V: R$ 1,7 |
| Dólar paralelo |
| C:
R$ 2,36
|
V: R$ 2,46
|
| Dólar turismo |
| C:
R$ 2,16 |
V:
R$ 2,31
|
| Euro |
| C:
US$ 1,27 |
V: US$ 1,26 |
|  |
|